quarta-feira, agosto 09, 2006

Desdobramento.


Eu sou uma estudante do espiritismo, vira e mexe estou lendo algum assunto relacionado ao tema. Para o espiritismo o sonho é um evento muito importante, pois quando dormimos acontece o que se chama de desdobramento


Todo dia quando dormimos nosso espírito sai do corpo para ir a outros lugares dentro do plano astral. Para os espíritas o sonho é muito importante, é uma experiência rica e válida, é quando podemos entrar em contato com o mundo espiritual.

Para explicar mais sobre o assunto, fiz uma pesquisa rápida na net e encontrei este texto publicado no site Divina Consciência , que eu gostei muito. Resolvi postar uma parte dele para vocês e, logo abaixo, coloquei um vídeo para mostrar mais ou menos como o desdobramento acontece. 

“... Quando dormimos deixamos nosso corpo físico na cama e vamos ao mundo astral (ou mundo dos sonhos). Isto ocorre para que o corpo vital (ou aura) “recarregue” o corpo físico que se desgastou nas atividades normais do dia a dia.   

Por esse motivo é impossível uma pessoa permanecer muito tempo sem dormir. O corpo físico precisa ser revitalizado para que continue a funcionar. Um exemplo muito comum dessa necessidade é o caso de pessoas que, pela necessidade inadiável de revitalização do corpo físico, adormecem ao volante de um veículo sofrendo e causando graves acidentes. 
                    
Quando estamos em corpo astral podemos ir para qualquer lugar e aprender muitas coisas, inclusive sobre o passado e o futuro. Isto porque no mundo astral, sendo governado por outras leis não existe tempo, mas sim a eternidade.
  
Também estando em astral podemos voar e nos mover tão rápido como o pensamento. Quem nunca sonhou que estava voando? Ou que hora está em um lugar e no outro instante está num lugar totalmente diferente. Também existem situações em que ocorre determinado fato e dizemos “Ora, parece que eu já havia sonhado com isso antes!”. Isso porque vimos algo do futuro no mundo astral.
  
Veja que é um mundo de imensas possibilidades a ser explorado. 
  
Isso não tem nenhum risco ou perigo, pois além de ser uma função natural fazemos isso toda noite ou toda vez que dormimos. E sempre acordamos novamente, não é? 
O corpo astral permanece ligado ao corpo físico pelo cordão de prata, também chamado de fio da vida ou ainda, no oriente, Antakarana. Este cordão extende-se até o infinito, nunca se rompe e nos permite sempre regressar ao corpo físico em total segurança.
  
O problema é que fazemos isso inconscientemente e dessa forma não podemos fazer o que quisermos, visitar os lugares que desejamos ou buscar o conhecimento que necessitamos. Por isso devemos a aprender a sair em astral conscientemente, de forma voluntária, aí sim poderemos realmente desfrutar da liberdade e das infinitas possibilidades do desdobramento astral, aprender sobre os mistérios da vida e da morte, visitar os Templos de Sabedoria, etc., etc. ...”


quarta-feira, agosto 02, 2006

Sobre o céu de Vanilla

Um dos meus hobbies favoritos é assistir filmes. Aproveitando a oportunidade, recomendo o filme Vanilla Sky, estrelado por Tom Cruise. O motivo da indicação do filme infelizmente não é possível explicar sem contar o final, o que posso adiantar é que a minha parte favorita é justamente quando o título é explicado e um dos personagens fala mais ou menos assim:

- "... vivendo a vida sobre um céu de vanilla"

Céu de vanilla é parte de um dos quadro de Monet, é o céu pintado como se tivesse sido extraído do mundo dos sonhos. É simplesmente lindo. Pelas minhas pesquisas na Internet, este é o quadro, La Seine à Argenteuil:

segunda-feira, julho 31, 2006

Sonho

Depois de um período ausente estou de volta!! Abaixo está o quadro Sonho, de Pierre-Cécile Puvis de Chavannes, pintada em 1883. Achei a obra muito bonita e adequada ao tema do Blog, estou postando para que vocês possam apreciá-la.



Infelizmente, não tenho nenhum sonho especifico para descrever neste post, ontem a noite eu não estava muito bem e acabei não dormindo por conta de uma dor no estômago. Fico devendo!

Para visitar: Sonhos

sexta-feira, maio 19, 2006

Dias Frios, Noites Quentes...


Nestes últimos dias os meus sonhos têm sido tão irregulares que ficou difícil conseguir descrevê-los, por isto fiquei este tempo sem postar. Ontem consegui ter um sonho em seqüência, seguindo uma história mais ou menos lógica, graças à frente fria que chegou. A temperatura caiu, o tempo fechou e noite tem feito um frio agradável. Dormir se tornou uma atividade muito prazerosa, tão boa que hoje para acordar foi o maior sacrifício.

Descrever o meu sonho é complicado, em especial estes últimos. São todos bastantes confusos, os lugares são fantásticos e sempre relacionados com as series de televisão que assisto. O legal é que cada vez a historia é mais fantásticas e os integrantes dos meus sonhos são atores e atrizes famosos. É tão chato sonhar com isto... Rsrs.

Ontem à noite sonhei com uma mistura de dois filmes; Apenas Amigos, não foi estreado ainda - vi o pôster em um site há muito tempo atrás, e O dono da Festa. Eu e uma amiga do sonho, na vida real nunca a conheci, viajávamos pelo mundo com uma mochila nas costas e muita empolgação. Sentia-me feliz. No momento do meu sonho, estávamos em uma cidade, conhecendo os lugares, mas não queríamos visitar os pontos turísticos. Assim como no livro Budapeste, nós procurávamos conhecer a cidade de verdade, os lugares onde só os nativos freqüentavam.

Nesta busca louca, chegamos a um grande prédio antigo em ruínas. Havia toneladas de concretos pelo chão, no meio das pedras, poeira e aços, mulheres disfarçadas entravam no prédio. Eu comentei com a minha amiga: “é ali”. Fomos correndo. Subimos uma escada e nos juntamos ao grupo. Haviam várias pessoas paradas em frente a uma espécie de entrada, tudo muito rústico. Ouvi os comentários que o local era um clube fechado, só entra aqueles que foram convidados.

Não desistimos, conversamos com as pessoas tentando ser convidadas. Descobrimos que o local era uma boate e pertenciam aos DJs, responsável pela animação da festa que era promovida lá. Encontramos com um dos sócios, o ator principal dos filmes, cantamos o juízo dele até que nossa entrada foi permitida.

O local era sujo, com muita poeira, a iluminação era de cores em tons frios que intensificava a sensação de estarmos em uma zona de guerra. A música começou a tocar, os DJs ficavam atrás do balcão do bar, dançavam e serviam as pessoas, ao mesmo tempo gritava animando, as pessoas respondiam dançando e pulando. O clima era maravilhoso. Eu me divertia.

A festa acabou, eu e uma amiga fomos conversar com o sócio, neste momento acordei...

segunda-feira, maio 08, 2006

Celebrações

Este sonho foi dividido em duas partes:

No primeiro momento, havia um paredão de pedra, logo abaixo estava o mar e acima havia a cidade. No meio desta encosta havia um espaço bem grande, parecia um mirante formado de pedras, era onde eu estava. De repente começaram a surgir torres de castelos ao meu redor, entre elas haviam corredores. As torres eram de cor bege, altas e bonitas, o telhado tinha um formato ponte agudo, os corredores eram formados de madeira com os corrimãos todo trabalhado. O lugar era muito bonito, estava direcionado para o mar.

As torres começaram a desaparecer, só ficando as pedras que formavam as encosta. Olhei para os lados e comecei a pensar em uma forma de sair dali. Fui andando para o lado a procura de uma trilha ou caminho. Em um determinado momento parei e olhei para cima, vi uma estatua em cobre de um anjo feminino. Ela usava farda de combate e segurava uma espada, nas suas costas surgiam enormes e imponentes asas. Ao lado dava para ver grades de ferro, era o limite da cidade. Escalei até chegar lá.

Assim que cheguei neste corrimão vi o lado de um casarão, tinha pelo menos três andares, as paredes estavam descascadas, mal podia distinguir a cor. Tinha sensação surreal que estava no Pelourinho. Neste momento terminou a primeira parte do meu sonho.

A segunda parte deu inicio, eu estava dentro de um ônibus, segurando alguma coisa. Dirigia-me para o casamento de uma amiga. Havia várias pessoas comigo, em especial três crianças que me chamavam atenção. Ao chegar ao local, todos desceram do ônibus. Reunimos-nos com os outros convidados que estavam no local. Uma mulher veio falar comigo, pedia que entregasse o objeto que segurava.

Não havia mais nada nos meus braços, fiquei chateada porque não conseguia lembrar onde estava o objeto. De repente deu-se inicio a um momento de flashback; eu estava no ônibus e uma amiga me pediu o objeto, entreguei e ela passou para outra pessoa! Disse para a moça onde estava o objeto e ela foi embora.

Começou o casamento, segundos depois havia terminado. Os convidados se dividiram em vários carros, eu fiquei junto com duas mulheres, uma criança e uma amiga. Comecei a observar o local, estava parada em uma calçada feita em mármore, em frente ficava a igreja, não consigo lembrar como era a igreja. Novamente, tive a sensação de estar no Pelourinho.

A rua era toda feita de paralelepípedo, caminhando ao longo da rua e virando a esquina, dava inicio a uma ladeira muito grande. Era a ladeira da barra. No meio da ladeira havia uma entrada que levava há uma subida, no topo havia uma outra igreja. Continuando a descida, era possível ver o porto da barra. Era o nosso destino.

No meio do caminho dois carros pararam, o meu e um outro. Saímos do carro - eu e duas amigas-, uma delas estava muito chateada. Falava que precisávamos sair dali para viajar e curtir. Concordei e fomos as três para uma loja de material de camping, que ficava próximo ao local que estávamos. Tentamos comprar coisas para a viagem, mas não conseguíamos porque havia pessoas na loja que nos impediam. Fomos embora.

Apareci no porto da Barra, era dia e comemorávamos o ano novo. O local era completamente diferente, mas muito bonito. Paramos o carro no calçadão. Logo a frente tinha o forte, ele foi construído no meio do mar, o caminho até chegar a ele era estreito e havia água dos dois lados. Em uma parte do trajeto o caminho se abria em dois formando uma abertura no meio, onde era possível ver o mar.

Neste espaço havia muitas pessoas alegres, sorrindo e brincando o tempo todo. O dia estava lindo, não tinha nenhuma nuvem no céu, soprava uma brisa agradável, tornando a temperatura perfeita. Eu estava próxima à abertura, admirava o coral e os peixes que nadavam despreocupados. Poucos minutos depois começou a contagem para a virada do ano. Reparei que estava toda vestida de branco, assim como todos que estavam no local.

Deu-se inicio ao novo ano, me sentia contagia pela animação das pessoas a minha volta. Tive vontade de pular no mar, neste momento um cardume de água-vivas apareceu, fiquei com medo de me queimar. Vi que muitas pessoas pulavam mesmo assim. No meio da água reparei que uma amiga de infância nadava, ela estava muito feliz, podia sentir a felicidade dela, sorri. Neste momento acordei.

terça-feira, maio 02, 2006

A vila

Devido a problemas técnicos não foi possível postar no fim de semana, o sonho que descreverei ocorreu de sábado para domingo, nas demais noites infelizmente não foi possível lembrar.

Eu estava em uma vila litorânea, era bastante pequena e charmosa. Não haviam prédios ou nenhuma construções altas, apenas casas brancas de no máximo dois andares. Os portões, portas e janelas eram de madeira pintadas com diversas cores.Todas elas tinham varandas com gramas e árvores. Esta pequena cidade era bastante arborizada, as ruas era feitas de pedras, calçamento de paralelepípedo.

Parte deste lugar ficava em um pequeno vale, de um lado havia uma ladeira que levava à uma parte da desconhecida cidade, do outro lado havia um pequeno monte coberto de gramas e coqueiros, parecia levar a praia, mas não era possível ver o mar.O clima na cidade era bastante tenso, tinha alguma coisas para acontecer, não se sabia o que era.

Em algum momento, ouvi comentários de que um furacão estava chagando na cidade. As pessoas que andavam na cidade ficaram assustadas com a noticia, fiquei preocupada, algum tempo depois os ventos começaram a soprar mais fortes, o furacão estava a caminho. Duas mulheres que residiam na ladeira, gritavam e choravam, os filhos dela haviam desaparecido. Neste momento, em meio a toda confusão eu acordei pensando no furacão.

sexta-feira, abril 28, 2006

O prédio

Eu estava em uma espécie de escola ou faculdade, não sei bem, que lembra muito o colégio onde estudei. O prédio era muito grande, havia pelo menos uns 10 andares; 6 andares acima do nível da rua e uns 4 à abaixo. Com um aspecto de recém pintado de cor amarela bem clarinha, era uma estrutura arquitetônica interessante. Bastante comprido e cercado por um muro baixo, atrás deste havia um declive coberto de gramas e plantas baixas, logo após dava se inicio a um muro de contenção. Havia um vão entre o muro e o prédio. Em cada andar haviam corredores lembrando grandes varandas. Ao longo destes corredores existiam diversas portas e janelas dando acesso ao que parecia ser salas de aulas.

Ao entrar no prédio pôde-se ver a escada que leva aos demais andares. A entrada toda coberta, parecia um largo corredor. Ao final era possível ver uma grande escada que dava acesso aos demais andares do prédio. Acima e abaixo da entrada tinha uma outra grande e surreal escada externa feita de concreto, bem parecida com a saída de incêndio dos edifícios americanos. Ao longo desta escada era possível observar muitas falhas, em alguns momentos parecia um andaime.

Entrei no prédio e comecei a subir as escadas. A subida foi bem difícil por que eu ficava com medo de cair. Tinha uma amiga que me acompanhava e ajudava. Estávamos com pressa, tínhamos que chegar ao telhado a tempo de ver os cometas. Apesar do constante medo, consegui chegar a tempo. Os cometas surgiram, pareciam mais meteoritos, começaram a passar bem próximo ao telhado, tão próximo que precisávamos no abaixar para que não nos atingissem. Observando o meu redor, vi que tinham outras pessoas lá.

Após um tempo resolvemos descer, foi um outro sacrifício. Enquanto descíamos várias alunas, que estavam na sala de aula, nos olhavam. Houve um lapso no tempo e de repente eu estava no térreo. Olhando de baixo para cima, o prédio parecia muito maior. Um senhor grisalho, o diretor da escola, veio conversar comigo. Ele estava nervoso, eu fizera algo errado, não sei o que foi, mas sentia aquele aperto no peito e a sensação de culpa.

Logo após o cenário mudou. Surgiram vários cabides com roupas ao longo do corredor, no final observei uma porta de vidro, a entrada para uma loja de departamentos. Tudo era muito estranho. O diretor foi embora e em seguida veio uma senhora de olhar simpático, ela conversava comigo tentando me acalmar, eu ainda estava nervosa devido à bronca que levei. De repente, meu colega do trabalho surgiu, os cabelos dele estavam bastante cumpridos, para evitar que caíssem no rosto, havia uma passadeira bem discreta. Ele abraçava a senhora.

Momento depois, três colegas do trabalho apareceram correndo e brincando entre os cabides. A sensação de culpa havia passado e eu me divertia observando as brincadeiras. Resolvi entrar na loja e olhar as roupas que estavam à venda, vi uma bolsa linda, a mesma que eu queria comprar há algum tempo atrás. Lembro-me de ter pensado que aquela bolsa me perseguia, acordei pensando nesta bolsa.